quarta-feira, 11 de junho de 2008

04/06/2008

Muitos dias depressivos
Afastaram-me do papel
Sentimentos destrutivos
De dor, angústia e fel

A perda duma presença
Tão difícil de acreditar
E que deixou uma imensa
Vontade de chorar

À vida um monumento
Ser humano sem igual
Só nos deixa o lamento
Por não ser imortal

Baptista apelido herdou
E nobre nome Ernesto
A sorrir demonstrou
Grandeza a cada gesto

Avô, pai ou marido
Que tudo sempre deu
Nunca será esquecido
Por quem o conheceu

1 comentário:

Inês disse...

poeta em jeito de desabafo?!... muito bem! e porque não continuas?